sábado, 23 de abril de 2016

O CULTO COMO MEMORIAL


... façam isto em memória de mim.
(1Co 11:24)







Os cristãos se reúnem, e fazem destas reuniões cultos.  Cultos 
estes que podem ser caracterizados de várias formas, 
entre elas: o Culto como memorial.  Deus nos criou com 
a capacidade de lembrar – logo isto também é divino – 
e no culto o fazemos de maneira litúrgica e sagrada.

Enquanto celebramos a Cristo no culto, trazemos à memória 
todas as suas ações de graça e poder na história.  Deus tem 
agido e se manifestado na história humana e na nossa 
própria história.  O culto dá-nos a oportunidade de celebrar 
estes feitos divinos.  No baú da adoração os feitos antigos 
são trazidos novamente à lembrança para que sejam 
mais uma vez agradecidos e louvados e para que 
nos inspirem a continuar na caminhada em busca de
coisas novas que o mesmo Deus poderá trazer neste baú.
  
No memorial do culto os cristãos revivem a experiência 
do sagrado fazendo-a viva e relevante nas vidas 
e histórias particulares.  Relembramos Cristo, suas 
palavras, ações e sacrifício, durante o culto para que 
eles possam mais uma vez serem reais e 
significativos no nosso dia-a-dia.  Relembrando 
podemos extrair o eterno do transitório, fazendo 
com que a vida toda faça sentido em Cristo.

E aqui, sem dúvida, a experiência da Ceia do Senhor 
celebrada em comunidade cristã como um memorial 
dos eventos pascais é um ponto alto entre todas as 
celebrações cúlticas.  Celebrando Cristo que passou 
e venceu a cruz, celebramos a nossa vitória cotidiana 
sobre a morte e o caos.

Façamos deste culto memorial a nossa celebração 
cristã que traz vida.

(do livro "No Baú da Adoração" publicado em 2004)

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