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quinta-feira, 31 de março de 2016

Eu Escolhi Errar.



As nossas escolhas sempre vai ser o reflexo de nosso futuro, tudo que fazemos hoje seja bom ou ruim um dia de alguma forma vai voltar, as nossas escolhas vai da à conclusão na nossa história.
O título desse post fala muito de nos, pois por muitas vezes sabemos que estamos fazendo errado e mesmo assim terminamos de cometer o erro mas a escolha estava e está sempre em nossas mãos, quem decide sempre somos nos, e quando fazemos a escolha errada, lembramos o quanto somos pequenos e miserável. O apóstolo Paulo fala muito bem a respeito dessa nossa mania em querer fazer o certo e acabar fazendo errado, se você não é assim gloria a Deus por isso, mas acho que todo mundo já fez ou faz coisas que se arrependem, a boa noticia é que Jesus está sempre pronto a nos perdoar é claro, quando tem arrependimento verdadeiro, mas voltando ao versículo que está em Romanos 7:15-21, leia o que o apóstolo escreveu:


Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.

Somos os seres mais complicados do universo, e somente Deus consegue nos entender, herdamos a natureza pecaminosa, mas temos o Espírito de Deus que habita dentro de nós, e sempre teremos o beneficio da escolha, e que possamos fazer diferente e dizer: “ Eu Escolhi acertar” em vez de “Eu Escolhi Errar” e que possamos está a cada dia mais perto de Deus e que a graça do Senhor possa invadir o seu coração, é você mesmo que está lendo, Deus tem investido em você porque Ele acredita que você é um vencedor, então não deixe Satanás tirar essa certeza de seu coração, quem confia em Deus pode descansar em segurança e fazer as escolha corretas.


Por Rinaldo Ribeiro

Geração Jovem

Até Deus acha necessário avaliar os próprios atos

Até Deus acha necessário avaliar os próprios atos

A cada dia que passa, mais e mais, tem sido difundida a ideia de que as verdades, e a razão para se tomar certas decisões na vida, têm sua base fundamental na crença pessoal do agente ativo (aquele que pratica a ação).
A ideia de que “o que importa é o que eu penso” está na moda. Só que, “o que eu penso”, determina minha maneira de agir e, por conseguinte, provoca modificações no mundo que, de uma forma direta ou indireta, afeta em maior ou menos grau, o meu semelhante.
Para que não sejamos uma sociedade constituída de pessoas que agem sem o menino senso de consequências, precisamos nos atentar para um clássico exemplo de Deus através de suas atitudes no ato da criação.
No capítulo primeiro de Gênesis, ao ir efetuando suas inferências criativas transformando tudo do nada – o que pode ser constatado através do uso do verbo hebraico bara –, Deus fazia e avaliava o que fazia. Essa constatação pode ser feita através do que Moisés escreveu em cinco ocasiões, depois que Deus criava certas partes do mundo: “e viu que tudo quanto havia feito era bom”.
O ato de evidenciamento da vontade de Deus através do que ia sendo criado, não era avaliado somente por seus critérios pessoais, mas ao analisar o que fazia, Deus estava pensando em quem (Adão e Eva, e a humanidade) habitaria ao mundo posteriormente.
Só para comprovar isso, vejamos o que está escrito no capítulo 2.18: “Então o Senhor Deus declarou: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda”.
Será que o Deus presciente – ou seja, que sabe de tudo por antecipação, conforme IS 46.10– não sabia que não era bom que o homem estivesse só? Parece haver uma contradição entre o que Deus declara de si no versículo de Isaías e o que seus atos dizem. Mas, se antes de Adão nenhum outro ser houvera, exceto Deus, de quem Adão deveria aprender certas coisas, a exemplo de avaliar os atos, se não do próprio Deus?
Adão notou uma modificação no mundo onde ele habitava ao acordar daquele “pesado” sono: agora ele tinha agora uma semelhante que era “ossos dos seus ossos, e carne de sua carne”, ou seja Deus havia dito a ele que a mulher havia sido feita a partir dele e apara ele, para tornar seus dias ainda melhores, pois esta lhe seria por “auxiliadora idônea”.
Nossas atitudes devem ser tomadas não para mudar o mundo tão somente, mas que possa torná-lo melhor tanto para mim quanto para o meu próximo. Deus não queria que Adão, ao observar os animais, que viviam em casais, pudesse se entristecer por ser uma “espécie” composta de somente um ser.
Agir visando o bem-comum deve ser o que permeie todos os nossos ímpetos, pois assim, modificaremos o mundo, cada vez para melhor. O Deus criador e avaliativo é nosso supremo exemplo:“Portanto, sede imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5.1).






Experimente Orar

oracao

… A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Tiago 5:16
A oração é fundamental na vida de um cristão. É por meio dela que nos relacionamos com Deus e por meio dela que somos mudados e transformados de acordo com a vontade de Deus. Há determinadas situações que enfrentamos que são tão difíceis, que não vislumbramos uma saída, nem mesmo um milagre. Já enfrentei e sei que você também já enfrentou problemas dos quais quis simplesmente desistir. Momentos em que bate um cansaço de viver a mesma doença, o mesmo relacionamento conturbado e enfraquecido com alguém, as mesmas dificuldades financeiras. É uma mesmice só. Pedimos pela situação e nada muda. Pedimos pela outra pessoa com a qual estamos tendo dificuldade de nos relacionar e a situação não se altera.
Tenho algo para lhe dizer. Muitas vezes oramos a Deus para mudar determinada situação, problema ou pessoa, quando a nossa oração tem que ser para o Senhor nos mudar primeiro. Se Deus está demorando de dar a resposta a sua oração, talvez seja o momento de pedir que Ele mude você primeiro. Já tive algumas experiências em que pedia a Deus para mudar determinadas pessoas e Deus me mostrou que eu precisava ser mudada primeiro. Precisava orar por mim mesma, pedindo a Deus que me desse visão e restauração para que pudesse enxergar os problemas com os olhos da fé. E as coisas começavam a mudar. É uma experiência fantástica.
Comprometa-se com Deus, marque um horário com Ele todos os dias e comece a colocar diante do trono do Senhor o que lhe aflige e entregue mesmo o problema para Ele e não fique indicando a Deus como Ele tem que agir. Apenas entregue e peça que mude o seu coração, a sua visão com relação ao outro, aumente-lhe a fé, dê-lhe paciência nos relacionamentos, sabedoria para resolver aquilo que pode ser feito por você mesmo. Olha, garanto que perceberá que você está mudando, seus pensamentos estão se tornando diferentes, você está se tornando mais fervoroso, mais esperançoso, mais animado, mais paciente, mais sábio e isso vai acontecendo dia após dia.
E de repente, a situação que achava que não mais mudaria, começa a se modificar, mudanças ocorrem naquela pessoa difícil com a qual se relaciona, sua visão se torna mais amorosa com relação a ela. A oração vai lhe trazendo todos os dias algo positivo. Se puder, procure um parceiro ou parceira de oração porque é importante dividir os problemas, confessar os pecados uns aos outros, mas caso não tenha, encontre-se você e Deus e siga uma rotina de oração. Veja o que o texto diz, a oração feita por aquele que foi justificado diante de Deus por Jesus Cristo pode muito em seus efeitos. Aliás, todos os dias ela produz um efeito. Creia nisso.

fonte:

quarta-feira, 9 de março de 2016

Quais os motivos que te fazem desistir?

Quais os motivos que te fazem desistir?

Desistir dos sonhos. Desistir do trabalho. Desistir dos estudos. Desistir da vida espiritual. Desitir de Deus. Desistir da família. Desistir de si mesmo. Desistir da vida. Todos os dias muitas pessoas desistem de muitas coisas. E os motivos que as levam a desistir são muitos e variados. Mas será que são motivos plausíveis? Seria que teria de ser assim? Será que as pessoas deveriam desistir? Talvez você esteja em um desses momentos em que pipocam razões para desistir. Razões que, em muitos momentos, parecem bem fortes, até racionais, compreensíveis. Mas antes de desistir leia o que a Bíblia nos ensina sobre isso. 

Ele tinha dezessete anos, um jovem como os outros de sua época, cheio de sonhos, de ideais, de desejos que impulsionavam sua existência. Mas também, certamente, com os medos, ansiedades, dores, dificuldades normais à sua idade. Ele era como um de nós. Estamos falando de José do Egito (Gênesis 37).

Ele foi presenteado por Deus com um grande dom, o dom de ter sonhos proféticos e interpretá-los. Por causa da inexperiência não soube lidar muito bem com seus sonhos, mas ele sabia que Deus tinha algo grandioso para fazer em sua vida. Deus tinha planos para ele. José era como nós. Todos nós temos a nossa missão de vida e temos promessas grandiosas de Deus para nós. E muitos motivos para nos fazer desistir de tudo isso irão aparecer e se interpor em nosso caminho para nos fazer derrotados.

O primeiro motivo de José para desistir era o ódio dos próprios irmãos. Por causa do erro do pai em fazer diferença entre os filhos, José foi odiado. O ódio dos irmãos ganhou força, tamanha força que impactou a vida de José, ele foi vendido como um escravo, levado para longe de sua terra e comprado por um grande oficial do Faraó, no Egito. Seria esse um bom motivo para desistir? José achava que não!

Apesar da distância de sua terra, de seus parentes, das suas coisas, José venceu todos os maiores desejos de desistir. Ele se empenhou em seu trabalho como escravo e Deus o abençoou. A Bíblia destaca que “O SENHOR era com José, que veio a ser homem próspero” (Gênesis 39:2). Parece que as coisas estavam entrando nos eixos, o sonho grandioso que Deus tinha revelado a ele parecia agora mais perto. Mas não! Acusado injustamente de ter molestado a mulher de Potifar, José vai parar na cadeia (Gênesis 39:20). Seria esse um bom motivo para desistir? José achava que não!

José, ao invés de achar motivos para desistir de seus sonhos, de sua vida, de seu Deus, foi o melhor preso da cadeia. Se empenhou, mostrou-se digno de confiança, o que fez com que o carcereiro tivesse José como seu braço direito dentro daquela prisão: “O SENHOR, porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro; o qual confiou às mãos de José todos os presos que estavam no cárcere; e ele fazia tudo quanto se devia fazer ali” (Gênesis 39:21-22). José não negociava seus sonhos e seus princípios! Desistir não fazia parte de seu vocabulário.

Mas, claro, ele queria deixar de seu um preso, um escravo, um nada para aquela sociedade. Não era aquela vida que Deus tinha para ele. Foi quando ele usou o dom que Deus lhe havia dado e interpretou o sonho do copeiro e o padeiro-chefe de Faraó. Na esperança de sair da prisão, José pede: “Porém lembra-te de mim, quando tudo te correr bem; e rogo-te que sejas bondoso para comigo, e faças menção de mim a Faraó, e me faças sair desta casa” (Gênesis 40:14). Resultado? A interpretação dos sonhos aconteceu de verdade e José não foi lembrado (Gênesis 40:23). Seria esse um bom motivo para desistir? José, ainda que com dor no coração, achava que não!

Ficou ele ainda dois anos preso! (Gênesis 41:1). Já tinham se passado quase treze anos desde que havia sido vendido pelos irmãos e nada parecia mudar. Somente as circunstâncias desfavoráveis pareciam se multiplicar sempre que algo parecia dar certo! Seria esse um bom motivo para desistir? José achava que não! Apareceu mais uma oportunidade que só poderia ser aproveitada por alguém que não houvesse desistido de seus sonhos, de sua vida, dos planos de Deus! José agora tinha sido lembrado por aquele homem que ele ajudou há dois anos na prisão. Agora estaria diante do Faraó, convocado por este para exercer o seu dom dado por Deus de interpretar sonhos. José foi. Não titubeou, não desanimou, não deixou o pessimismo ser seu guia. Ele foi e, então, Deus completa a obra na vida deste homem que não desistiu por nada, que não se curvou diante dos golpes que recebeu da vida e das pessoas. Ele se torna governador de toda a terra do Egito. Ele ajuda centenas de milhares de pessoas. Ele salva sua própria família, ele perdoa os seus opressores, ele perdoa os que o perseguiram e o machucaram de alguma forma. Desistir? Não, essa palavra não estava no dicionário de José do Egito.

Qual é o motivo que tem te feito desistir? Será que são motivos maiores do que estes que José enfrentou e venceu? Talvez! Mas, mesmo que sejam, a atitude positiva de José deve ser a nossa atitude. A força da fé de José deve ser a força que devemos portar em nossa vida. A resistência que ele teve em meio as circunstâncias desfavoráveis deve ser o tipo de resistência que devemos cultivar. As palavras de Paulo se aplicam muito bem a José do Egito, alguém que não desistiu por motivo algum, antes, foi um guerreiro e cumpriu a missão de Deus para sua vida: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7)






www.esbocandoideias.com

Presbítero André Sanchez

Não se sinta só




Não se sinta só. Ele nunca prometeu vida de facilidade aos Seus filhos muito embora os ame, mas deixou registrado em Sua Palavra que os acompanharia até nos momentos de dificuldade.

"Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti." Isaías 43:2

terça-feira, 1 de março de 2016

A Bíblia diz que vamos nos reconhecer no céu?

A Bíblia diz que vamos nos reconhecer no céu?

Você Pergunta: Perdi meu pai há alguns meses e uma dúvida que tenho em meu coração é se quando eu morrer e encontrá-lo no céu se vou reconhecê-lo, se ele vai saber quem eu sou. Isso me deixa muito apreensiva, pois gostaria muito de poder rever meu pai algum dia. O que a Bíblia nos ensina sobre essa questão, vamos ou não vamos nos reconhecer no céu?
Cara leitora, já recebi muitas vezes essa pergunta bem curiosa e, dessa vez, resolvi montar um estudo bíblico, buscando analisar o que a Bíblia nos traz de orientações sobre isso.

(1) A Bíblia fala bastante sobre a vida eterna, sobre o céu, porém não nos dá muitos detalhes a respeito dos pormenores de como será essa nossa vida do outro lado e de que tipo de transformações iremos passar para viver essa vida. Porém, creio que temos elementos suficientes para afirmar algumas verdades a respeito tanto da vida no céu quanto a vida no inferno.

(2) Alguns afirmam ser impossível que nos reconheçamos no céu, baseados no texto de Apocalipse 21:4: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. Segundo eles, o fato de nos reconhecermos levaria ao céu dores que a Bíblia afirma não poderem entrar ali. Além disso, a percepção de que algumas pessoas que conhecemos e amamos não estão ali, mas no inferno, também traria dores, pranto e outras questões que não teriam lugar no céu segundo o texto de Apocalipse.

(3) Em minha visão iremos sim nos reconhecer no céu. Explico porquê. Primeiramente, analisando o texto de Apocalipse 21:4 observamos que ele está fazendo referência a nova realidade que será vivida no céu. Dessa forma, não podemos analisar a nova realidade com base na velha realidade. Observando a Bíblia verificamos que seremos transformados (1 Coríntios 15:53-54). Ou seja, haverá uma transformação tanto da nossa realidade quanto de nosso corpo. Essa transformação realizada por Deus em cada um, certamente é para vivermos a nova realidade do céu. Em minha visão, isso indica que a forma com que vamos encarar as coisas não será mais como quando estávamos em nosso corpo carnal (imperfeito), mas, agora, de uma forma melhor, no corpo espiritual. Isso, com certeza, nos ajudará a encarar da forma como Deus deseja as realidades tanto de reconhecer pessoas no céu quanto de conseguir lidar com o fato de alguns não terem ido para lá.

(4) Outro fato que pesa a favor do argumento de que vamos nos reconhecer no céu, é a parábola contada por Jesus sobre o rico e o mendigo (Lucas 16:19-31). Nessa parábola, o rico morre e vai para o inferno. O mendigo Lázaro morre e vai para o céu. O rico, olhando do inferno para o céu, reconhece o mendigo Lázaro e também Abraão (Lucas 16:23). Isso nos indica que existe ali certo reconhecimento de pessoas tanto no céu quanto no inferno. Evidentemente, essa história se trata de uma parábola de Jesus. Porém, não é plausível admitir que Jesus usaria uma mentira como pano de fundo de um de Seus ensinamentos. Ou seja, existem sim elementos verdadeiros usados por Jesus nessa parábola que nos indicam como será a realidade do céu. Sim, iremos nos reconhecer. Como Deus fara isso? Não sabemos ao certo, mas sabemos que será da forma como Deus quer, perfeita. A transformação realizada por Deus será perfeita ao ponto de o fato de nos reconhecermos ser uma bênção e não uma maldição.

(5) Algo também muito importante a se pontuar é que a vida eterna é uma continuidade da nossa vida e não uma interrupção dela para que comecemos algo como se nada nunca houvesse acontecido a cada pessoa. Como receberemos os galardões citados na Bíblia se sequer saberemos do que se trata? Parece-me estranho pensar assim. Como um atleta poderia chegar ao pódio e, quando fosse receber a medalha, não saber porque está ali e o que aconteceu para que ele recebesse aquele prêmio? Da mesma forma no céu! Penso que saberemos sim das realidades que vivemos e saberemos glorificar a Deus de forma perfeita por isso. Dessa forma, vamos nos reconhecer no céu, sim.

www.esbocandoideias.com
Presbítero André Sanchez

Em cima do muro? Não dá.




Olá queridos leitores do GJ, Deus continue abençoando suas vidas neste post vamos falar de um problema que muita gente tem enfrentado, pessoas que “aceitaram a Cristo” mas ainda não deixou o evangelho genuíno entrar em seus corações e por isso se encontram em cima do muro não sabe muito o se vai seguir o cristianismo ou mundo, e esse problema precisa ser resolvido com urgência, pois dessa maneira se Jesus voltar você quase que ia também pra o Céu, temos que fazer uma escolha em nossas vidas em relação a tudo e quando o assunto é a nossa Fé e nosso destino em relação a vida eterna, só existe dois caminhos como já sabemos, ou escolhemos uma vida eterna com Cristo no céu ou ficamos com diabo e uma vida eterna de tormento e tristeza, a realidade é essa não existe um meio termo ou Jesus ou Diabo.

Vamos ver uma passagem da Bíblia que fala sobre esse tema:
No livro de 1 Reis tem uma das mais conhecida histórias bíblicas que fala do Profeta Elias que apareceu no reinado de Acabe, e bateu de frente com a postasia do povo de Deus, uma realidade enfrentada pelo profeta que pensou que somente ele tinha mantido sua fé em Cristo, a mulher de Acabe trouxe de sua cultura a adoração de deuses pagãos e com isso muita gente foi atrás, chega um certo ponto da história que Elias propõe um desafio com os seguidores de Baal, o Deus que responder com fogo esse deveria ser adorado, mas Elias faz uma pergunta interessante  aos profetas:
 Elias dirigiu-se ao povo e disse: "Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro? Se o Senhor é Deus, sigam-no; mas, se Baal é Deus, sigam-no".
O povo, porém, nada respondeu. 1 Reis 18:21

E é nesse ponto que meu post de hoje que falar com você que está lendo, Elias confiava no Deus verdadeiro, mas o povo estava na dúvida se adorava a Deus ou ao Diabo, porque não existe muita outra alternativa, não se pode servir a dois senhores, é preciso escolher e vou dando logo uma dica fique com Jesus só Ele pode nos ajudar a chegar no céu, hoje você tem a oportunidade de fazer um alto analise em você mesmo e ver se está agradando mas a Deus ou ao diabo, porque volto a falar não tem como servir aos dois, é preciso escolher.
Vamos servir a Deus com fidelidade e compromisso, sabendo que Ele é fiel pra fazer o que não podemos fazer.

Geração Jovem

Rinado Ribeiro

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