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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico sequestrou 220 cristãos nas últimas 72 horas, diz ONG

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) refez a conta dos ataques do Estado Islâmico na Síria ao longo desta semana e chegou a conclusão de que 220 cristãos foram sequestrados pelos terroristas.
Estado Islâmico sequestrou 220 cristãos nas últimas 72 horas, diz ONG
O último balanço apresentado pela entidade afirmava que 90 cristãos foram feitos reféns dos jihadistas. Mas agora os dados foram atualizados. “Pelo menos 220 assírios foram sequestrados em 11 localidades pelo grupo Estado Islâmico nos últimos três dias na província de Hasake, nordeste da Síria, perto da fronteira com Iraque e Turquia”, anunciou a OSDH.
Na quarta-feira (25) o diretor da rede assíria dos direitos humanos, Osama Edward, afirmou que quase 1.000 famílias, o que representa 5.000 pessoas, fugiram do nordeste da Síria após os ataques terroristas que começaram na segunda-feira. As cidades de Hasake e Qamichi foram os locais escolhidos por essas famílias para buscar refúgio.
Com sede na Suécia, a OSDH denunciou que os reféns estão sendo negociados. “Há negociações com o auxílio de mediadores de tribos árabes e de uma figura da comunidade assíria para obter a libertação dos reféns”, diz a entidade.


fonte: gospel prime

Porque evangelizar os povos da Janela 10/40.








- Porque ali vive o maior número de povos não alcançados pelo evangelho. Cobre 1/3 total do planeta e representa 2/3 da população do mundo. São cerca de 3,2 bilhões de - pessoas em 61 países.

- Porque ali está a maioria dos seguidores das 3 maiores religiões do mundo: Islamismo, Budismo e Hinduísmo.

- Porque de cada 10 pobres na terra, 8 estão nessa região.

- Porque dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 estão nessa área.

- Porque as maiores Capitais do mundo estão nessa região.

 De acordo com os missiólogos, há diversidades no número de povos não alcançados pelo evangelho hoje. Para Ralph Winter, há 17 mil povos não alcançados e 12 mil línguas. David Barrete declara que são 11 mil o número total de povos não alcançados. Bob Waymire também arrola 11 mil povos diferentes no mundo. Patrick Johnstone avalia em 12.017 o total de povos não alcançados em todo o mundo. Subtraindo desse número os povos entre os quais há cristãos, missionários de fora e autóctones, restam apenas 1.200 povos a serem alcançados.

Em sua perspectiva, 99% da população do mundo serão cobertos, inteiramente, com a mensagem do evangelho se ela for transmitida, no máximo, entre 400 e 500 línguas diferentes.

Então concluímos que missões, ainda não é um assunto sério para muitas igrejas. 
Enquanto templos são enfeitados e grande parte do tempo é utilizada para inúmeros programas, missões é ocasional, ainda não é assunto íntimo.

O Mundo dos povos não alcançados
Segundo alguns estudiosos, temos aqui algumas estatísticas:

- Cada hora 10700 crianças nascem e morrem sem escutar as Boas Novas em países da Janela 10/40;


- Cada hora de esforço missionário resulta em 9.800 pessoas escutando o evangelho pela primeira vez;


- O resultado é a redução no mundo não evangelizado de 500 pessoas a cada hora, ou pouco mais que 4 milhões de pessoas por ano.


- 9 em cada 10 países mais pobres do mundo estão na África e 8 destes são parte do mundo menos evangelizado.

Leonardo Gonçalves e Daniela Araújo Cantam No Casamento De Thiaguinho e Fernanda Souza








Na noite da última terça-feira, 24/02, Leonardo Gonçalves publicou em sua página oficial do Facebook, uma foto do casamento do cantor Thiaguinho com a atriz Fernanda Souza e expressou sua alegria em poder cantar na cerimônia.

Leonardo e sua esposa Daniela Araújo cantaram a música "Quando Deus Criou Você". A canção marcou o namoro de Thiaghuinho e Fernanda.

"@fernandasouzaoficial e Thiaguinho: q privilégio poder participar de (e até contribuir para) um momento tão especial e mágico na vida de vcs cantando com a Daniela Araújo. e não é q a surpresa deu certo, thiaguinho?! Que o Eterno abençoe o lar de vcs", postou Leonardo.

Ao falar sobre a cerimônia, Fernanda Souza afirmou que tudo foi emocionante.

"Foi tudo perfeito! Chorei muito, foi emocionante, mais do que esperava. Sonhava com algumas coisas que aconteciam em casamento, mas foi muito mais do que esperava. Ele [Thiaguinho] fez muito mais, várias surpresas. Quase desmaiei de verdade", confessou.

Fonte: Portal Guiame

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES BÍBLICAS – você sabia?





O nome “Bíblia” vem do grego Βίβλος (Biblos), nome da casca de um papiro do século XI a.C.  Os primeiros a usar a palavra “Bíblia” para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos de Cristo, no século II d.C.

Foi a primeira obra impressa por Gutenberg, em seu recém inventado prelo manual, que dispensava as cópias manuscritas.

A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227, que viria a ser eleito bispo de Cantuária pouco tempo depois.  

A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus.

Foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas de barro, peles, papiro e até mesmo cacos de cerâmica.

Com exceção de alguns textos do livro de Ester e de Daniel, os textos originais do Antigo Testamento foram escritos em hebraico, uma língua da família das línguas semíticas, caracterizada pela predominância de consoantes.

A palavra “Hebraico” vem de “Hebrom”, região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur.

Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional.

A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748.  A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).


fonte: jnescrevinhando.blogspot.com.br

Participação de Marco Feliciano no Raul Gil termina em confusão


Participação de Marco Feliciano no Raul Gil termina em confusão

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) esteve em São Paulo nesta segunda-feira para participar do Programa Raul Gil, no SBT, respondendo perguntas no quadro “Elas Querem Saber”.
Mas segundo a socialite Val Marchiori, uma das apresentadoras do quadro, o deputado bateu boca com outra apresentadora, Thammy Gretchen, homossexual assumida, que chegou a se retirar do palco para não discutir mais com o parlamentar evangélico.
“Teve discussão, xingamento, microfone cortado e muita polêmica! Mas também, com Feliciano de um lado, Thammy do outro, e Penélope e eu, só colocando mais lenha na fogueira, só podia dar nisso”, diz Marchiori em seu site.
A socialite afirmou que a polêmica se deu a respeito de temas como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a chamada “cura gay”, projeto que não trata sobre a cura de homossexuais, mais sim sobre a possibilidade de psicólogos tratarem aqueles que queiram deixar a prática.
Ainda de acordo com Val Marchiori, Feliciano foi indelicado com Thammy Gretchen. “O clima foi ficando tenso, até que o deputado chamou o Thammy de anta e ele quase foi pra cima. O Raulzinho, nosso diretor, teve que cortar o microfone dele, e tentar acalmar os ânimos. Mas Thammy não quis saber, disse que se o Feliciano não deixava fazer as perguntas que queria, preferia sair do palco… E saiu”.
Em seu Facebook o deputado não comentou o caso, apenas falou sobre sua participação: “Gravei ontem o programa Raul Gil que vai ao ar dia 7/03. Participei do quadro Elas Querem Saber e foi forte!”.

Oficina G3 Lança o Clipe Da Canção"Aos Pés Da Cruz" (Assista)








A banda Oficina G3 apresentou o vídeo “Aos Pés da Cruz”, gravado ao vivo no evento “G3 na Igreja”.

A música, escrita por Kleber Lucas, integra o repertório do CD “Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança)”, lançado pela MK Music.

O vídeo foi gravado na Primeira Igreja Batista de São Paulo, sob direção de Douglas Sciola e fotografia e edição de Tadeu Bara.

Antes de “Aos Pés da Cruz”, a banda já havia lançado o vídeo “Encontro”, da segunda música de trabalho do álbum mais recente do Oficina G3.

Fonte: Gospel Mais

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O que um crente não deve ser.




A vida cristã tem aspectos negativos e positivos. É composta do que devemos evitar e do que devemos fazer. Na vida precisamos recuar e também avançar, desprezar o erro e ao mesmo tempo anelar a verdade. O profeta Oséias, usa quatro figuras sugestivas para mostrar o que um crente não deve ser (Os 7.1-16). Vejam essas figuras:

1. O crente não deve ser um forno aceso (Os 7.4) – Oséias denuncia a liderança de Israel que vivia uma vida dissoluta, desonesta e entregue à cruel maldade. Eles viviam inflamados pela paixão carnal e ardiam como um forno aceso para cometer toda sorte de devassidão. Eram líderes adúlteros, fanfarrões e mentirosos. Eles tinham pressa para pecar. Eles viviam quentes e tórridos em alta temperatura movidos pela lascívia e pelo desejo de se entregarem a toda sorte de impureza sexual. Vivemos hoje numa sociedade pansexual. Esse é o tempo da idolatração do corpo e da gratificação barata dos desejos. Vivemos numa cultura decadente, onde os princípios morais são tripudiados, a imoralidade aplaudida e os vícios degradantes incentivados. As pessoas vivem abrasadas como um forno acesso. Elas têm pressa para pecar e caminham céleres para um desastre avassalador.

2. O crente não deve ser um pão encruado (Os 7.8) – Um pão encruado é aquele que está queimado de um lado e cru do outro. Isso fala de uma vida dupla, de duplicidade no caráter, de ser uma coisa em casa e outra no trabalho; de ter uma conduta em público e outra na vida privada; ter uma aparência piedosa na igreja e uma postura mundana dentro do lar. Israel deixou de ser luz entre as nações e se misturou com elas para assimilar seus pecados. Apagou sua luz e cobriu-se de trevas. Em vez de ser sal que inibe a corrupção tornou-se massa disforme e contaminada pelo fermento da maldade. Há muitos crentes hoje que são mais influenciados pelo mundo do que luzeiros no mundo. São crentes encruados que são amigos do mundo, amam o mundo, se conformam com o mundo e por isso, serão julgados com o mundo. São crentes, mas têm vida dupla. Estão na igreja, mas o mundo está neles. São como um pão que não foi virado.

3. O crente não deve ser uma pomba enganada (Os 7.11) – Quando o profeta Oséias afirma que Israel é como uma pomba enganada está falando que lhe falta discernimento espiritual. Israel deixou o Senhor e foi buscar socorro debaixo das asas do Egito e da Assíria. Deixou o Senhor e buscou ajuda naqueles que haveriam de lhe saquear os bens e destruir-lhe a vida. Todas as vezes que damos as mãos ao mundo e fazemos aliança com aqueles que desprezam o Senhor, estamos agindo como uma pomba enganada. A amizade com o mundo é um caminho escorregadio, é uma vereda que leva ao desastre, é uma autopista cujo destino é a escravidão e a morte. Precisamos ter discernimento. Precisamos viver neste presente século de forma justa, sensata e piedosa. Precisamos ser guiados pelas leis do céu e andar em sintonia com Deus e não aliançados com o mundo.

4. O crente não deve ser um arco enganoso (Os 7.16) – Oséias denuncia o povo de Israel dizendo que eles em vez de se voltarem para Deus, fugiram dele e caminharam rapidamente para a morte. Eles se tornaram como um arco enganoso que em vez de lançar a flecha contra o inimigo, lançou-a contra si mesmo. Um arco enganoso é uma figura que fala de alguém que age contra si mesmo, fere a si mesmo, atenta contra si mesmo, e se autodestrói. Um arco enganoso é um instrumento defeituoso que não pode ser usado, que se torna inútil e até perigoso. Um crente que se afasta de Deus e faz aliança com o mundo, deixa de ser um vaso de honra e torna-se um instrumento reprovado por Deus para toda boa obra. Deus nos abençoa para sermos bênção, Deus nos salva para sermos vasos de honra. Que a nossa vida não seja um arco enganoso, mas uma arma poderosa nas mãos de Deus, instrumentalizada por Deus para a glória de Deus.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Crente pode xingar???




Quando meu colega me questionou porque não devemos xingar: "Ué, cara, quê que tem? Por que você não fala palavrão? Não pode falar nenhunzinho?"

Eu falo: "Porque não! Pra eu ser "normal" eu tenho que xingar??? Então me responde aí, por que você xinga?

"Não, pô... É pra extravasar, ficar aliviado, tá ligado?"

"Hm... Não tô ligado, não... Eu encontro alívio em Deus!''


Por favor, né!


Eu já falei e vou repetir, não tire isso da sua mente: 
Para os filhos de Deus não existe ‘Posso, Não posso’ e sim ‘Quero, Não quero.’


Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. (Efésios 4:29)


Se o meu Senhor falou, eu obedeço! Vou fazer o que ele mandar

Eu não falo palavrão, não porque "não posso", mas, porque eu obedeço ao Senhor!

Pois eu quero que da minha boca, somente saia bênçãos e boas palavras para ajudar aos que me cercam a crescer na fé. Tudo o que eu disser, eu quero que faça bem aos que me ouvem.

Palavra torpe não diz respeito somente a palavrões, mas a todo tipo de expressão impura, indecente, infame, suja, boçal, podre.



Sabe quando a gente fala algo que não devia? Usa certas expressões que não deveriam ser ditas? E quando vê, já era! Pois não tem como voltar no tempo! Por isso devemos estar sempre atentos.
Antes de falar temos que pensar: "O que vou dizer irá me promover aos olhos dos outros ou irá ajudar meu próximo a crescer na fé?" 


Que suas palavras repletas de amor, atinjam aqueles que não conhecem a Deus e tragam conforto para os crentes que estão precisando.



E na dúvida, caso tropeçe, lave a boca com sabão. :)



Graça e paz



Hermes Apollo Silva

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Pastor mostra erros teológicos na canção Raridade, de Anderson Freire


Pastor mostra erros teológicos na canção Raridade, de Anderson Freire

Sucesso nas rádios de todo o país e também nas igrejas evangélicas, a canção “Raridade”, escrita e cantada por Anderson Freire tem erros teológicos segundo o pastor Ildo Melo que analisou a música e realizou uma pregação a respeito da mesma.
Melo começou a análise contestando a frase “O pecado não consegue esconder/ A marca de Jesus que existe em você”. Na visão dele é um erro afirmar tal coisa, pois dá a entender que não importa se você continuar pecando.
“Não sei se você consegue captar o perigo que está por trás disso”, disse o pastor para os fiéis que acompanhavam o culto. “Há um determinismo aqui muito forte”, disse ele analisando a frase seguinte que diz: “O que você fez ou deixou de fazer/ Não mudou o início, Deus escolheu você”.
Na visão dele esse pensamento é perigosíssimo e então ele cita Romanos 8:13 para provar que as obras da carne, o pecado, importa sim e que pode levar o homem para o inferno. O pastor também cita Isaias 59:2 que fala sobre as iniquidades que separam o homem de Deus.
“Essa história de que o que eu faço ou deixo de fazer não importa é uma balela”, conclui o religioso citando outros trechos bíblicos que falam sobre a santificação que é necessária para ver a Deus.
Outro trecho contestado por Ildo Melo é o que diz “Você é um espelho que reflete a imagem do Senhor/ Não chore se o mundo ainda não notou”. O pastor questiona a frase porque os frutos do Espírito são visíveis e a Bíblia narra que as pessoas eram reconhecidas por serem semelhantes a Cristo.
“Não tem dessa não, que conversa furada”, diz ele que cita Filipenses 4:5 para mostrar que os frutos do Espírito têm que ser notório na vida dos creem em Jesus Cristo.
O pastor também falou a respeito do trecho “Se você desistiu, Deus não vai desistir / Ele está aqui pra te levantar se o mundo te fizer cair”, citando trechos bíblicos onde mostra ser necessário perseverar até o fim para ser salvo, sem negar a Deus para não sermos negados por Ele.
“O mundo não nos faz cair, parece que o ser humano é o João bobo, que um empurra para um lado e outro para o outro”, diz o pastor ensinando os fiéis a resistirem ao diabo e vencerem o mundo. “Que história é essa de crente refém do mundo?”, questiona.
“Essa canção me aborreceu muito essa semana, ela é muito bonita, mas tem muita coisa estranha. Não estou dizendo que a pessoa que compôs é um apostata ou um herege”, encerra ele.
Assista:

fonte: gospel prime

O Atleta de Cristão.




O apóstolo Paulo escreveu sobre o atleta cristão para a igreja da cidade de Corinto, que fica na Grécia, e foi nesse país que nasceram os jogos olímpicos, nessa época já existiam esses jogos e a modalidade mais empolgante era a maratona. Por isso o apóstolo fez comparação com a vida cristã.

 Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível.”  (1 Coríntios 9.24,25)

Todo atleta tem um objetivo que é ganhar o prêmio, mas para isso ele precisa treinar bastante, ter cuidado com a alimentação, mesmos nas férias ele não se descuida.

E na vida cristã também devemos agir assim, o nosso adversário, o diabo, ele não tira férias, está todo dia, tentando procurar brechas, procurando a quem possa tragar. Se os atletas treinam bastante a fim de ganhar um prêmio que não dura muito, quanto mais nós que vamos ganhar um prêmio que dura para sempre. 

O atleta cristão tem que cuidar de sua vida espiritual, com os exercícios diários que são: leitura da palavra, oração, louvor, etc. Com a ajuda de nosso treinador, o Espírito Santo,  iremos vencer, e no final de tudo ganharemos nosso prêmio de acordo com nosso desempenho e estaremos ao lado do Senhor Jesus para todo o sempre.


Fiquem na paz!
Por Tatiane Soares
Geracaojovem.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Eu não quero mais ser evangélico.

Eu não quero mais ser evangélico

Ser evangélico, pelo menos no Brasil, não significa mais ser praticante e pregador do Evangelho (Boas Novas) de Jesus Cristo, mas, a condição de membro de um segmento do Cristianismo, com cada vez menor relacionamento histórico com a Reforma Protestante – o segmento mais complicado, controverso, dividido e contraditório do Cristianismo. O significado de ser pastor evangélico, então, é melhor nem falar, para não incorrer no risco de ser grosseiro.
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Não quero mais ser evangélico! Quero voltar para Jesus Cristo, para a boa notícia que Ele é e ensinou. Voltemos a ser adoradores do Pai porque, segundo Jesus, são estes os que o Pai procura e, não, por mão de obra especializada ou por “profissionais da fé”. Voltemos à consciência de que o Caminho, a Verdade e a Vida é uma Pessoa e não um corpo de doutrinas e/ou tradições, nascidas da tentativa de dissecarmos Deus; de que, estar no caminho, conhecer a verdade e desfrutar a vida é relacionar-se intensamente com essa Pessoa: Jesus de Nazaré, o Cristo, o Filho do Deus vivo. Quero os dogmas que nascem desse encontro: uma leitura bíblica que nos faça ver Jesus Cristo e não uma leitura bibliólatra. Não quero a espiritualidade que se sustenta em prodígios, no mínimo discutíveis, e sim, a que se manifesta no caráter.
Chega dessa “diabose”! Voltemos à graça, à centralidade da cruz, onde tudo foi consumado. Voltemos à consciência de que fomos achados por Ele, que começou em cada filho Seu algo que vai completar: voltemos às orações e jejuns, não como fruto de obrigação ou moeda de troca, mas, como namoro apaixonado com o Ser amado da alma resgatada.
Voltemos ao amor, à convicção de que ser cristão é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos: voltemos aos irmãos, não como membros de um sindicato, de um clube, ou de uma sociedade anônima, mas, como membros do corpo de Cristo. Quero relacionar-me com eles como as crianças relacionam-se com os que as alimentam – em profundo amor e senso de dependência: quero voltar a ser guardião de meu irmão e não seu juiz. Voltemos ao amor que agasalha no frio, assiste na dor, dessedenta na sede, alimenta na fome, que reparte, que não usa o pronome “meu”, mas, o pronome “nosso”.
Para que os títulos: “pastor”, “reverendo”, “bispo”, “apóstolo”, o que eles significam, se todos são sacerdotes? Quero voltar a ser leigo! Para que o clericalismo? Voltemos, ao sermos servos uns dos outros aos dons do corpo que correm soltos e dão o tom litúrgico da reunião dos santos; ao, “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu lá estarei” de Mateus 18.20. Que o culto seja do povo e não dos dirigentes – chega de show! Voltemos aos presbíteros e diáconos, não como títulos, mas, como função: os que, sob unção da igreja local, cuidam da ministração da Palavra, da vida de oração da comunidade e para que ninguém tenha necessidade, seja material, espiritual ou social. Chega de ministérios megalômanos onde o povo de Deus é mão de obra ou massa de manobra!
Para que os templos, o institucionalismo, o denominacionalismo? Voltemos às catacumbas, à igreja local. Por que o pulpitocentrismo? Voltemos ao “instruí-vos uns aos outros” (Cl 3. 16).
Por que a pressão pelo crescimento? Jesus Cristo não nos ordenou a sermos uma Igreja que cresce, mas, uma Igreja que aparece: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. “(Mt 5.16). Vamos anunciar com nossa vida, serviço e palavras “todo o Evangelho ao homem… a todos os homens”. Deixemos o crescimento para o Espírito Santo que “acrescenta dia a dia os que haverão de ser salvos”, sem adulterar a mensagem.
“Tornai vós para mim, e eu tornarei para vós diz o Senhor dos exércitos”. Seja um patrocinador desta obra, seja um colaborador de Cristo!
Que Deus te abençoe!
Escrito por Ariovaldo Ramos
Não morda a Maça

fonte : geração jovem

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

MENE MENE, TEQUEL E PARSIM

MENE MENE, TEQUEL E PARSIM


UMA HISTÓRIA ESCRITA PELO DEDO DE DEUS
“Agora mesmo foram introduzidos à minha presença os sábios e os astrólogos, para lerem este escrito, e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam dar a interpretação destas palavras” (Daniel 5:15)
Eles deram louvores aos deuses de ferro, de bronze, de prata, de ouro, de madeira, de pau, de pedra. Deuses que não ouvem, não vêem, de nada sabem. Mas, ao Deus cuja mão estavam as vidas deles e todos os caminhos deles, Dele esqueceram.
Deram aquela festa, convidaram várias mulheres, acompanhantes e amantes, também chamou cerca de mil amigos para o tal banquete e, bebiam a vontade. A orgia rolava solta no salão.
Abusaram tanto que resolveram zombar mais ainda de Deus, quando aquele rei interino da Babilônia, que era neto de Nabucodonosor, o qual reinava enquanto seu pai, Nabonildo estava fora em viagem de campanhas do reinado, blasfemou contra o Deus Verdadeiro. O ano era 538 a.C. Nabucodonosor havia morrido há 24 anos.
Belsazar mandou buscar as taças e outros utensílios do templo de Jerusalém que haviam sido trazidos por seu avô para a Babilônia, quando do cativeiro de Daniel. Ele bebeu nestas taças com seus amigos até… Deu gargalhadas sarcásticas, se divertiu e ironizou das coisas de Deus. O que o rei queria fazer mesmo era demonstrar zombaria tal que humilhasse aqueles cativos considerados por ele de “povinho de Deus”.
Ele só esqueceu de “uma coisinha”:
O Deus Verdadeiro estava vendo tudo lá de cima! Nada fugia aos seus olhos, nem a orgia, nem o alcoolismo, nem a ironia, nem a blasfêmia.  580x300
E, neste mesmo instante, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam na parede e todos se espantaram com aquilo. Os pagãos eram superticiosos, e não costumavam usar artigos roubados dos templos de outros povos. Mas, aí já era tarde demais!! (Daniel 5:5).
A narrativa bíblica conta que o rei mudou o semblante, os seus pensamentos se turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e o seus joelhos batiam um no outro. O que era uma festança de zombaria, virou terror para o rei, para seus amigos e para todo o salão de festa daquele palácio.
Belsazar buscou instantaneamente uma explicação através da ciência da época como a astrologia, feitiçarias, agouros, encantamentos, etc, para entender o que se passava. Ora, eles estavam se embriagando e se prostituindo numa festa onde a orgia rolava de montão, quando de repente aquela mão escrevia na parede umas palavras que nada se entendia. A magia não souber ler, nem interpretar o escrito.
Foi quando a rainha-mãe, vendo o que se passava mandou chamar a Daniel, o jovem israelita que orava a Deus, e, que por isso, era recheado de sabedoria para sonhar, interpretar os sonhos e profetizar nos tempos de Nabucodonosor, para explicar aquele acontecimento sobrenatural, porquanto uma escrita na parede surgiu no meio da orgia e da bebedeira e ninguém sabia explicar aquilo. Eram palavras escritas de uma vertente do aramaico. Três palavras soltas, que precisavam ser unidas numa frase ou mais… As palavras (ou verbos) eram “MENE MENE, TEQUEL E PARSIM (ou peres).
Então chegou Daniel, revestido de autoridade espiritual, confrontou a Belsazar exortando quanto à BLASFÊMIA cometida VOLUNTARIAMENTE COMETIDA. Ora, o neto de Nabucodonosor não poderia ter ignorado o que o seu avô havia provado quando resolveu autodecretar-se Deus, até que foi moído, enlouqueceu e rastejava como moribundo sobre a terra… (Daniel 5:20-21).
Daniel disse a Belsazar o quanto o seu coração se elevara, seu espírito havia se tornado arrogante e soberbo igualmente ao seu avô, pois se levantou contra o SENHOR DO CÉU, quando o deveria ter glorificado. (Daniel 5:23).
A escritura na parede era um recado da parte de Deus, que viria diretamente em desfavor do rei, pois era um recado de morte. Mas, como Deus é um Deus puro, falou através da boca de seu profeta Daniel naquela terra.
Esta foi a interpretação que Deus revelara a Daniel:
MENE = enumerar: “CONTOU DEUS O TEU REINO E DEU CABO DELE”
TEQUEL = Pesar: “PESADO FOSTE NA BALANÇA E ACHADO EM FALTA”
PARSIN(OU PERES) = “DIVIDIDO FOI O TEU REINO E DADO A OUTROS REINOS (medo e persa).”

CONCLUSÃO
Então naquela mesma noite*, Deus tomou a vida de Belsazar, tal fora a ira do Deus Verdadeiro com quem não se deve brincar!!!!
Esta foi a história de Belsazar, um governante da Baiblônia do Velho Testamento e está registrada na Bíblia Sagrada, no livro de Daniel, capítulo 5. História escrita pelo dedo de Deus!
REFLEXÃO
Como Deus ESCREVERÁ a sua história?
A_Desmoralização_da_Disciplina_Eclesiástica



Até a próxima amigos leitores.
Claudinho Santos
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* NOTA: O historiador Heródoto escreveu que como conseqüência da morte de Belsazar, Babilônia também caiu. A nação babilônica sofreu um terrível massacre, que se estendeu por todo o Império. Ciro, o persa desviou o rio Eufrates, redirecionando o seu fluxo, levando o nível do rio a baixar para que seus soldados pudessem atravessar os muros da cidade. Quando a água chegou à metade da coxa de um homem, os soldados persas entraram na cidade pelo leito fluvial. Certos de que a cidade não podia ser tomada, os babilônios ficaram descuidados. Assim, em 538 a.C. os persas caíram de surpresa sobre eles e tomaram a cidade. Belsazar foi morto e Dario, o medo, começou a reinar. (fonte da nota: verdadeemfoco.com.br).

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