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Dirigente do Flamengo diz que pede ajuda de Deus para liderar equipe


Dirigente do Flamengo diz que pede ajuda de Deus para liderar equipe
Quando jogador de clubes como Flamengo, Palmeiras e Grêmio, Zinho sempre agradecia a Deus pelas vitórias. Depois de uma experiência como jogador e treinador em um time da Flórida, ele voltou ao mundo do futebol como diretor de futebol do Flamengo.
Após seis meses no cargo, ele chegou à conclusão: passou rápido e não foi fácil. Desde 11 de maio na posição ele avalia que sobraram problemas e faltou tempo para relaxa e para a família.
Neste ano, ele precisou administrar problemas sérios, de extrema repercussão e que geraram enorme desgaste. Logo no início foi a briga e a saída problemática de Ronaldinho Gaúcho, que ainda está processando o clube. Depois, vieram a queda do técnico  Joel Santana, negociações  fracassadas com Riquelme, Diego e Juan, e a tentativa de recuperar Adriano.
O comandante do futebol rubro-negro desabafa: “Não foi fácil, não. Vou confessar que em algumas noites era joelho no chão para pedir a direção de Deus mesmo”.
Após confirmar que seu time estava livre do rebaixamento no Brasileirão, Zinho já começou a pensar em 2013.  Agora, Zinho acha que conseguiu começar a organizar a casa rubro-negra.
“Vejo pelo lado positivo. Ganhei muita experiência, são seis meses de aprendizado para o resto da minha vida. Até os erros que eu cometi, que eu não sou perfeito, até alguma coisa que o torcedor possa não ter ficado satisfeito. Isso serve de aprendizado para 2013, 2014, 2015. Acho que está terminando com saldo mais positivo do que negativo”.
Seu contrato como diretor termina em 31 de dezembro. Como o Flamengo tem pela frente um processo eleitoral de escolha do novo presidente, ele sabe que pode não ficar. Mas ele já avisou que gostaria de ficar e mais, tem planos de montar um time de ponta para brigar por títulos na próxima temporada. Pelo retrospecto recente, serão preciso muitas e muitas noites de joelho no chão ano que vem. 
As informações são do Globo Esporte.

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