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495 ANOS DEPOIS


 lembrado como o dia que deu início a Reforma Protestante, 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixou suas 95 teses na porta do castelo de Wittenberg. O panorama eclesiástico, que culminou com a atitude de Lutero, era deplorável: venda de indulgências, relíquias religiosas, megas catedrais, títulos honoríficos, líderes déspotas, libertinagem no clero, sacerdotes despreparados a frente de congregações, falta de estudo da Bíblia, um povo subserviente, crendices, etc. Não meu caro leitor, não estamos descrevendo a Igreja hodierna, mas a Igreja Medieval. Porém, qualquer semelhança entre ambas não é coincidência.

495 anos depois, vemos o mesmo cenário se repetindo, mas desta vez nas denominações provenientes da Reforma, chamadas de protestantes e/ou evangélicas. Entre as aberrações estão o surgimento de apóstolos, apóstolas, bispas, pastoras; megaigrejas para 5.000, 10.000, 20.000 pessoas; copo d'água, rosa ungida, toalha milagrosa, fronha dos sonhos, meia abençoada, colher de pedreiro e outros "pontos de contato"; abandono da leitura e estudo da Bíblia; um povo alienado; líderes que dominam pela coerção psicológica. A lista parece interminável!

Contudo, se outra vez está acontecendo uma apostasia no seio da Igreja, então necessitamos de uma Reforma Protestante novamente. É o que muitos cristãos já estão clamando, por uma Nova Reforma. Temos que tornar a anunciar as Boas Novas de Cristo, observando os 5 princípios fundamentais do Protestantismo: Somente a Fé (Sola Fide), Somente a Escritura (Sola Scriptura), Somente Cristo (Solus Christus), Somente a Graça (Sola Gratia), Glória Somente à Deus (Soli Deo Gloria). É tempo de protestarmos!

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